Regimes de Aproveitamento Mineral no Brasil
Conforme previsto no artigo 176 da nossa Constituição Federal, os recursos minerais “constituem propriedade distinta do solo, para efeito de exploração ou aproveitamento, e pertencem à União”. Isso significa que independentemente de quem for a propriedade de certo terreno, havendo ali recursos minerais, estes não lhe pertencerão, pois seu único proprietário e possuidor é a União.
Buscando o controle das atividades de exploração de recursos minerais por pessoas privadas que o Código Minerário, aprovado pelo Decreto-Lei 227/67, criou diferentes tipos regimes de aproveitamento a serem concedidos pela União, através do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), que foram separados de acordo com o grau de dificuldade de seu aproveitamento, a variedade de substâncias minerais, o destino da produção obtida, além de aspectos de caráter social.
A Prática de Rebaixamento de Lençol Freático na Mineração
Hoje iremos falar um pouco sobre rebaixamento de Lençol Freático realizado em atividades minerarias. Você sabia que a prática de rebaixamento do lençol freático acontece desde os tempos de colônia, principalmente no século XIX com as minas subterrâneas?
Nas atividades minerarias o rebaixamento do lençol freático ocorre no momento em que a cava atinge o nível d’ água e continua até o momento de se iniciar o processo de descomissionamento da mina.
Estratigrafia – O Estudo das Rochas Estratificadas e Sedimentares
No texto de hoje vamos falar um pouco sobre Estratigrafia. A estratigrafia estuda as rochas sedimentares, metassedimentares e as intercalações vulcânicas, considerando os aspectos da deposição, empilhamento, geometria dos corpos e da idade relativa ou absoluta de cada unidade sedimentar.
A estratigrafia é o ramo da geologia que estuda as rochas estratificadas e sedimentares, considerando, para as diversas unidades estratigráficas, a descrição da seqüência vertical e horizontal, as correlações e o mapeamento (Weller, 1960).
Áreas de atuação na Geologia, você sabe em qual melhor se encaixa?
O texto de hoje é para você que estuda Geologia ou está pensando em começar o curso mas que ainda não se ligou em todas as áreas que esse ramo pode oferecer. É um texto bem rapidinho com algumas ideias que você pode seguir e pesquisar um pouco mais depois.
Qual a relação entre tectônica de placas e os depósitos minerais na crosta?
Depósitos minerais não estão distribuídos de forma aleatória na crosta, a distribuição acompanha a divisão geotectônica da Terra. Após a teoria da tectônica de placas sabe-se que mineralizações com determinadas características possuem preferencia a se formar em tipos de feições tectônicas e litotipos específicos.
Assim se tornou um pouco mais fácil a procura por minérios, devendo-se associar litologias com mineralizações.
A divisão interna do nosso planeta tem grande contribuição nesse tipo de estudo, a terra é dividida em camadas com presença de elementos mais densos em direção ao núcleo e os menos densos nas extremidades. A teoria da Tectônica de Placas nos trouxe um conhecimento mais afundo desse sistema no final dos anos 60.
A crosta é formada por cerca de 15 placas com movimentos independentes que “flutuam” no manto, as correntes convectivas influenciam na establidade das placas que possuem características divergentes, convergentes ou transformantes, que se mantem em um contínuo processo de criação e destruição.
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Olá pessoal, hoje estamos aqui para dar aquela #DicaAmiga. Claro que para alguns esse post pode não ser novidade, mas para aqueles colegas que ainda